Descubra como as famosas bandagens coloridas podem ser grandes aliadas em cirurgias plásticas
Você já deve ter visto atletas de alta performance e pessoas que estão em tratamento fisioterápico usando fitas coloridas pelo corpo. Trata-se do taping, uma técnica que ganhou muito espaço na fisioterapia nos últimos anos e que, agora, está chegando aos centros cirúrgicos para auxiliar no trans e no pós-operatório de cirurgias plásticas.
No post de hoje, você conhecerá mais sobre o taping e seus benefícios em procedimentos estéticos.
O que é Taping
O taping é uma técnica criada em 1976 por Kenso Kase. Consiste na aplicação de bandagens elásticas para aliviar dores e auxiliar os músculos, principalmente em situações de trauma ou de alto impacto sobre eles.
A técnica se tornou popular, sobretudo entre atletas, tendo conquistado cada vez mais espaço dentro dos centros cirúrgicos para auxiliar na recuperação de determinados tipos de procedimento - incluindo cirurgias plásticas.
Como o Taping acontece no transoperatório
Nos casos de cirurgias plásticas, o médico cirurgião deverá indicar a presença de um fisioterapeuta dermatofuncional dentro do centro cirúrgico, para que o taping transoperatório possa ser realizado.
O fisioterapeuta aplicará as bandagens em regiões específicas, de acordo com o procedimento realizado. Essas bandagens terão a função de evitar a formação de edemas e o acúmulo de líquido na região operada, melhorar a circulação, reduzir hematomas e proporcionar maior conforto para o paciente - uma vez que o taping também tem como função a redução da dor.
Junto ao taping, também podem ser realizados, ainda no transoperatório, outros procedimentos aplicados pelo próprio fisioterapeuta dermatofuncional. O objetivo é sempre potencializar os efeitos positivos da cirurgia e evitar desconfortos e efeitos colaterais, além de acelerar o processo de cicatrização do paciente.
Os benefícios do Taping no Pós-operatório
Após a cirurgia, o taping também pode ser usado para reduzir inchaços, evitar o rompimento de pontos e o surgimento de cicatrizes hipertróficas, além de ter ação redutora sobre as cicatrizes já esperadas resultantes do procedimento. Como já ressaltado anteriormente, o taping tem função analgésica, sendo um poderoso aliado contra as dores no período pós-operatório.
O taping também auxilia na drenagem linfática - necessária após diversos tipos de procedimentos estéticos - colaborando para a redução da quantidade de sessões necessárias para obter os resultados desejados.
Vale ressaltar que o uso do taping nos casos onde é preciso que o paciente faça uso de cintas modeladoras não substitui a utilização delas no pós-operatório. As técnicas são complementares entre si.
Outra dica importante é jamais remover o taping sem um profissional fisioterapeuta. O médico cirurgião e o fisioterapeuta que acompanharão o seu procedimento definirão juntos o tipo de taping, o tamanho dele, a região onde será aplicado e o tempo necessário para a conclusão do tratamento. A remoção do taping exige técnicas especializadas e, por isso, não deve ser feita em casa ou sem orientação do seu fisioterapeuta.
Em quais procedimentos estéticos o Taping é mais usado atualmente?
Por sua característica de atuação, as cirurgias plásticas que envolvam grandes áreas e músculos extensos estão entre as que mais se beneficiam do taping. Por isso, se você estiver se preparando para lipoescultura, abdominoplastia, colocação de silicone nos glúteos, coxas ou seios, é muito provável que o seu cirurgião recomende o taping no seu trans e pós-operatório.
Já conhecia os benefícios do taping em cirurgias plásticas? Quer saber como a presença de um fisioterapeuta dermatofuncional pode trazer muito mais qualidade e conforto ao seu procedimento estético? Entre em contato com a equipe da Stetic Lounge e converse com os nossos especialistas!